Recuperação tributária: impostos pagos a mais de volta ao caixa
Muitas empresas pagam impostos a mais sem perceber, por erros de classificação ou por mudanças na legislação. A Secran revisa a apuração dos últimos anos, identifica os créditos e conduz a recuperação para que esses valores voltem ao caixa.
Para quem é
- Empresas do Lucro Presumido e do Lucro Real, e também do Simples Nacional, que nunca revisaram a apuração dos impostos.
- Situações comuns de crédito: PIS e Cofins pagos a mais, produtos com tributação monofásica ou substituição tributária e mudanças de entendimento na legislação.
Como funciona
- Análise: revisamos documentos fiscais e apurações dos últimos 5 anos.
- Identificação: apontamos os créditos, com o valor estimado e a base legal de cada um.
- Recuperação: conduzimos o pedido de restituição ou de compensação junto ao Fisco.
- Acompanhamento: monitoramos o processo e corrigimos a apuração para que o erro não se repita.
Por que a Secran
São mais de 45 anos de história, desde 1978, mais de 250 colaboradores, presença em 25 estados e clientes que somam mais de R$ 6 bilhões em faturamento. A Secran é certificada pelo Great Place to Work, porque um time engajado atende melhor. Cada crédito é analisado por especialistas com experiência em tributação, sempre com base na legislação e na documentação da empresa.
Perguntas frequentes
O que é recuperação tributária?
É a revisão dos tributos pagos pela empresa para identificar valores pagos a mais ou indevidamente e reavê-los, por restituição ou compensação.
De quantos anos atrás é possível recuperar impostos pagos a mais?
Em regra, dos últimos 5 anos, que é o prazo previsto no Código Tributário Nacional para pedir a restituição.
Como os créditos voltam para a empresa?
Por compensação com impostos futuros, o que reduz os pagamentos dos meses seguintes, ou por restituição em dinheiro, conforme o tributo e o caso.
Existe risco de autuação ao pedir a recuperação?
O trabalho segue a legislação e se apoia na documentação fiscal da própria empresa. Créditos sem base sólida não são recomendados, o que reduz o risco de questionamento pelo Fisco.